Silvio Almeida, ex-ministro dos Direitos Humanos, utilizou suas redes sociais para expressar seu desejo por justiça diante das acusações de assédio sexual que o levaram à sua saída do governo em setembro do ano passado.
No manifesto compartilhado em seu perfil no Instagram, Almeida enfatizou: “Eu estou vivo, continuo indignado e não quero compaixão nem ‘segunda chance’. Eu quero justiça“. Ele também denunciou tentativas de apagarem sua trajetória e transformá-lo em um vilão. “
As acusações partiram da organização Me Too Brasil, envolvendo alegações de fatos ocorridos em 2023. A denúncia resultou na abertura de dois inquéritos, um pelo MPT (Ministério Público do Trabalho) e outro no STF (Supremo Tribunal Federal) a pedido da PF, com investigação mantida em sigilo.
Uma das vítimas mencionadas seria a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, que confirmou as acusações em depoimento à PF em outubro passado. Entretanto, Almeida nega veementemente as acusações, as qualificando como “ilações absurdas e prejudiciais.”
Em sua postagem mais recente, Almeida anunciou seu retorno às atividades públicas, incluindo o relançamento de seu canal no YouTube e a nova edição de “Racismo Estrutural”, além do lançamento de outros quatro livros.
No seu texto, ele reafirma seu compromisso em seguir escrevendo, falando e acreditando na transformação do país, bem como em continuar a oferecer suporte jurídico de qualidade, tanto para quem pode quanto para quem não pode pagar.
Uma pesquisa recente do Ipec indicou que 62% dos entrevistados consideram que Lula não deveria concorrer à reeleição.

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