Curtas e venenosas: Daniela rouba cena no Carnaval, ofuscando polêmica entre Ivete e Claudia
A atmosfera do Carnaval foi marcada por uma torrente de emoções e inúmeras polêmicas, evidenciando a intensidade do evento. Enquanto boatos e tretas circulavam entre Ivete e Claudia, os ataques de Daniela Mercury durante a festa conseguiram roubar a cena de forma inesperada.
Para aqueles que lamentaram a ausência de homens heterossexuais na avenida, uma reflexão se faz pertinente. A raridade dessas presenças nos trios de artistas renomados como Rainha Má(la), Bagaceira, Mainha e Mulher Farofa pode sinalizar a necessidade de uma autocrítica. Talvez o problema não esteja na falta, mas sim na sua própria energia. Aceitar que talvez sua presença não desperte interesse é um exercício válido e libertador.
O Carnaval de Salvador, pós-pandemia, parece carregar consigo uma aura peculiar de azar destinada a alguém específico a cada edição. Neste ano, esse fardo recaiu sobre a Rainha Má(la). Desde a demora para a saída do trio no primeiro dia, passando pela trilha sonora peculiar de Tony durante todo o percurso, até a quebra do trio no último dia, a saga foi repleta de percalços. O surpreendente foi observar a transição do momento de tensão entre Tony e a Rainha Má(la) para um posterior pedido de desculpas. Enquanto a Globo privilegia a divulgação de “Vale Tudo”, o remake de “Mulheres de Areia” conquistou o coração do público na folia, com Ruth e Raquel como personagens já icônicas.
Talvez seja prudente considerar delegar a Carlinhos Brown a responsabilidade exclusiva pela linguagem musical, pois sempre que ele se pronuncia, surgem referências a Morgan Freeman em abundância. Uma conexão curiosa e inusitada que não passa despercebida.

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