Uma decisão judicial obriga a prefeitura de Catu, no Agreste baiano, a realizar uma cirurgia corretiva em um cachorro que foi vítima de um procedimento mal sucedido realizado por um veterinário contratado pelo município. O incidente ocorreu em 19 de setembro do ano passado.
O animal, que passava por uma cirurgia ortopédica, sofreu graves sequelas devido ao posicionamento inadequado do osso fraturado, resultando em sofrimento contínuo para o cão. Diante dessa situação, o juiz Gleison dos Santos determinou que a prefeitura garantisse a realização da cirurgia necessária, assim como todo o tratamento pós-operatório, incluindo exames e medicamentos essenciais para sua recuperação.
O promotor Samory Santos, responsável pela ação, explicou que a medida foi necessária após a tutora do animal buscar ajuda na prefeitura, que não ofereceu retorno adequado.
“Diante da omissão do município em tomar medidas concretas para reparar o dano causado, a ação foi movida para garantir a devida assistência ao cachorro”, ressaltou o promotor Samory Santos. A sentença exige que o Município demonstre, nos autos do processo, o cumprimento integral da decisão judicial.

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