O regime de Nicolás Maduro respondeu de forma firme ao alerta feito pelos Estados Unidos em relação à Guiana, afirmando não se intimidar com possíveis ameaças ou chantagens. A declaração foi feita pelo chanceler Yván Gil Pinto. Desde 2023, Maduro tem mantido uma relação tensa com a Guiana, especialmente devido à região de Essequibo, alvo de disputa territorial. Apesar da assinatura de uma lei anexando Essequibo à Venezuela em 2024, a situação não se alterou concretamente. Recentemente, Marco Rubio alertou para as consequências caso a Venezuela aja militarmente na Guiana ou contra instalações da Exxon Mobil. A tensão entre os países se intensificou quando a guarda costeira venezuelana foi acusada de invadir águas guianesas. Em resposta, o chanceler venezuelano reiterou o compromisso do país com a paz, porém se colocou firme na defesa de seus direitos territoriais. O regime também criticou o presidente da Guiana, Irfaan Ali, destacando a importância de um diálogo para resolver o impasse.
O governo venezuelano enfatizou sua postura de não se submeter a pressões externas, reforçando a importância de proteger seus interesses diante de gigantes corporativos e complexos militares. O confronto entre Venezuela e Guiana é um tema sensível e exige uma abordagem diplomática para evitar escaladas. Nesse contexto, a postura firme do governo Maduro sinaliza a determinação do país em defender seus direitos territoriais.
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