Líderes mundiais se pronunciam sobre a morte do papa Francisco

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A morte do Papa Francisco, aos 88 anos, em Roma, Itália, foi profundamente lamentada por líderes mundiais que destacaram sua relevância e influência ao longo de sua trajetória. Francisco foi o primeiro papa latino-americano, sucedendo Bento XVI após sua renúncia. Nascido em Buenos Aires, Argentina, em 17 de dezembro de 1936, filho de imigrantes italianos, Jorge Bergoglio optou pela vida sacerdotal aos 20 anos, em 1958. Com uma carreira acadêmica sólida, lecionou na Faculdade de São Miguel e obteve doutorado em teologia pela Universidade de Freiburg, na Alemanha.

O primeiro-ministro da Holanda, Dick Schoof, descreveu o Papa Francisco como um “homem do povo” e ressaltou sua atuação incisiva frente às questões contemporâneas. Já o presidente da Lituânia, Gitanas Nausèda, enalteceu a sabedoria e proximidade do pontífice. Enquanto isso, o presidente da Polônia, Andrzej Duda, destacou a humanidade e modéstia do líder da Igreja Católica, seguido pelo premiê da República Tcheca, Petr Fiala, que o descreveu como uma figura que buscou a transformação da igreja para enfrentar os desafios da sociedade moderna.

A partida de Francisco deixa um legado de compaixão, serviço e busca pela justiça social, despertando reflexões sobre como seus ensinamentos sobre fraternidade e amizade social são ainda mais cruciais em um mundo marcado por conflitos e desavenças. Sua memória perdurará como um farol de esperança por um mundo mais justo e harmonioso.

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