Por homicídio de adolescente indígena, MPF e DPU movem ação civil e pedem 6,8 milhões em indenização

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O Ministério Público Federal (MPF) e a Defensoria Pública da União (DPU) ingressaram com uma ação civil contra o estado da Bahia exigindo uma indenização de 6,8 milhões de reais pelo assassinato de uma adolescente indígena de 14 anos e pela tentativa de homicídio de outras 13 pessoas indígenas pertencentes à etnia Pataxó. Os incidentes ocorreram em 2022, no extremo sul do estado, na cidade de Prado.

Na ação, destaca-se que os três policiais contratados por um fazendeiro para cometerem o crime são resultado da negligência do estado em assegurar a segurança dos povos nativos.

Diante disso, os órgãos públicos requerem 1 milhão de reais para a mãe da adolescente, 200 mil reais para cada um dos quatro irmãos da vítima, além de 5 milhões de reais por danos morais coletivos decorrentes da existência dos indígenas como comunidade.

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