Sóstenes chama adiamento da anistia de “pena de morte por omissão”

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O deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder de seu partido na Câmara dos Deputados, se posicionou de forma bastante contundente contra a decisão do presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), e demais líderes partidários que optaram por não incluir na pauta o pedido de urgência para o projeto de anistia aos indivíduos envolvidos nos eventos de 8 de janeiro de 2023.

O projeto de lei em questão, de autoria do deputado Major Vitor Hugo (PL-GO), busca conceder anistia a todos os que participaram de manifestações entre 30 de outubro de 2022, data do segundo turno das eleições presidenciais, e a promulgação da lei proposta. O texto engloba desde manifestantes até aqueles que deram suporte aos eventos por meio das redes sociais.

A urgência desse projeto possibilitaria sua discussão e votação diretas no plenário, sem a necessidade de passar por comissões, agilizando seu trâmite legislativo.

Sóstenes Cavalcante manifestou sua indignação com o adiamento desse requerimento, definindo-o como uma negligência imperdoável. Em suas postagens, ele destacou a situação daqueles detidos desde os protestos de janeiro de 2023, sublinhando a demora nos julgamentos e a importância humanitária e constitucional da anistia.

A decisão do presidente da Câmara de adiar a pauta da anistia, mesmo diante do amplo apoio, gerou discordâncias, com impacto na relação do PL com a presidência da Casa. Caso o tema não seja pautado em breve, isso pode resultar em medidas mais drásticas por parte do partido.

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