Coloco os EUA em 1º lugar e não a China, diz Trump aos 100 dias

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou, nesta terça-feira (29/4), que é um líder que coloca os americanos em primeiro lugar e não a China. A fala de Trump é realizada em Michigan e marca os primeiros 100 dias deste mandato do republicano, que foi empossado no dia 20 de janeiro deste ano. O republicano chega a esta altura do seu segundo mandato com a popularidade em baixa, conforme pesquisas feitas por diferentes instituições. Ele vem travando uma queda de braços em relação a tarifas e um dos principais oponentes é justamente a China.

“Após décadas de políticos que destruíram Detroit para construir Pequim, finalmente temos um líder na Casa Branca que em vez de colocar a China em primeiro lugar, está colocando Michigan em primeiro lugar e a América em primeiro lugar”, disse Trump.

Donald Trump abriu o discurso comentando rapidamente vários temas como imigração, economia, inflação e “doutrinação de crianças”. Trump sustenta que os Estados Unidos têm hoje a “A melhor economia. A bolsa subiu 88% e vamos melhorar ainda mais. Nós aprendemos com líderes que enviaram nosso dinheiro para outras nações”, disse sem nominar o ex-presidente Joe Biden. No entanto, em vários momentos Trump afirmou que os problemas dos norte-americanos seriam uma herança do governo democrata.

“O que o mundo testemunhou nas últimas 14 semanas é uma revolução do censo comum. Quando a gente fala de censo comum, quer dizer gostamos de boa educação, fronteiras duras, queremos comprar um bom carro e reduzir os juros dos empréstimos. Queremos uma força militar forte e baixos impostos”, frisou.

Em outro momento, acusou os congressistas democratas de tentar atrapalhar o governo dele e também passar uma lei para aumentar os impostos no país.

Mais adiante, Trump enfatizou o combate à imigração ilegal e afirmou que entraram no país apenas três pessoas ante o governo anterior que, disse ele, permitia a entrada de milhares mensalmente.

Imigração

“(O número de) imigrantes ilegais baixou 99,99%. Ou seja, três pessoas entraram. E eu fiquei bravo com o czar da fronteira, Tom Homan, como vocês deixaram três pessoas entrarem? Eles deixaram alguns entrarem que estavam doentes e precisávamos cuidar deles, mas três pessoas entraram em comparação a milhares por mês no outro governo.”

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