Fora do 1º de maio, Lula libera ministros; veja quem deve participar

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Após optar por não comparecer às comemorações do Dia do Trabalhador, celebrado no próximo dia 1º de maio, o presidente Lula liberou para que ministros do governo compareçam a atos em suas respectivas bases.

A coluna apurou que ao menos cinco auxiliares do presidentes devem ir a São Paulo para participar de manifestações das centrais sindicais na capital paulista.

Ministro do Trabalho e Emprego Luiz Marinho se reu%CC%81ne com representantes de entidades trabalhista 2

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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

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Ricardo Stuckert/Divulgação

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A ministra das Mulheres, Cida Gonçalves

José Cruz / Ag. Brasil

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Ricardo Stuckert/Lula

Os ministros Luiz Marinho (Emprego e Trabalho), Márcio Macêdo (Secretaria Geral) e Cida Gonçalves (Mulheres) participaram do evento no Campo de Bagatelle, na zona norte de São Paulo, promovido pelos sindicatos Força Sindical, UGT, CTB, CSB, Nova Central Sindical de Trabalhadores e Pública.

O ministro Wellington Dias (Desenvolvimento Social) e Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário) também devem participar de manifestações em São Paulo.

Como o Metrópoles mostrou, apesar de não participar dos eventos, Lula gravou pronunciamento para o dia 1º de Maio com supervisão do ministro da Secretária de Comunicação Social, Sidônio Palmeira.

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O chefe do Palácio do Planalto também recebeu representantes de centrais sindicais, na terça-feira (29/4). Lula discutiu sobre  pautas da classe trabalhadora, entre elas, o fim da jornada 6×1 e o projeto de isenção do Imposto de Renda.

Ato esvaziado em 2024

Como o Metrópoles mostrou, Lula participou de um ato esvaziado em 2024 em Itaquera.  No palanque, Lula citou nominalmente o secretário-geral da Presidência, Márcio Macêdo, para criticar a falta de público.

“Não pense que vai ficar assim. Vocês sabem que ontem eu conversei com ele sobre esse ato e eu disse para ele: ‘Oh Márcio, o ato está mal convocado. O ato está mal convocado. Nós não fizemos o esforço necessário para levar a quantidade de gente que era preciso levar’”, disse à época.

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