PF impede voo de aérea que não quis embarcar cachorro

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No coração do Rio de Janeiro, um inusitado impasse ocorreu no Aeroporto Internacional Tom Jobim-Galeão. A Polícia Federal (PF) teve que intervir para impedir o voo da TAP Air Portugal, que se preparava para decolar rumo a Lisboa, Portugal. O motivo? A companhia aérea havia negado o embarque de Teddy, um cão de serviço, que acompanhava sua responsável, Hayanne Porto. Ela depende da presença constante do animal em função do Transtorno do Espectro Autista (TEA) de sua irmã.

Um mandado judicial da 5ª Vara Cível da Comarca de Niterói havia autorizado Teddy a embarcar. Mesmo assim, a TAP desconsiderou essa decisão. A situação se arrastava enquanto a família aguardava, sem saber quando poderia seguir viagem, com a PF determinando que o avião não decolasse sem a presença do animal.

A advogada da família, Fernanda Lontra, ressaltou a urgência da situação, mencionando que o Certificado Veterinário Internacional (CVI) de Teddy expiraria no dia seguinte. Com a renovação deste documento levando cerca de dez dias, a pressão aumentava. “Preciso que a TAP cumpra a liminar”, declarou ela, clamando pelo direito de Hayanne e sua família.

Esse episódio nos faz refletir sobre a importância de respeitar os direitos das pessoas com necessidades especiais e suas adaptações essenciais. Que tal compartilhar essa história para conscientizar mais pessoas sobre a relevância da assistência animal?

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