Filho de policial: quem é era Oh Original, cantor assassinado em Salvador

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Na noite de 1º de julho de 2025, Salvador foi palco de uma tragédia que abalou a cena musical local. O cantor Oh Original, nome artístico de Leonardo Lucas Barreto Serpa, de apenas 23 anos, foi brutalmente assassinado a tiros em frente a uma lanchonete no bairro de Massaranduba. Junto a ele, outras duas pessoas também perderam a vida, deixando uma sombra de dor sobre familiares e amigos.

Filho de um cabo da Polícia Militar, Oh Original sonhava alto com sua carreira no pagode “proibidão”, apostando em letras autorais que rapidamente conquistaram um público fiel. Com uma legião de 14 mil inscritos em seu canal no YouTube e quase 800 mil visualizações em uma de suas músicas, ele era uma voz promissora que ecoava em Salvador.

Após o trágico evento, seu perfil nas redes sociais foi desativado, restando apenas uma página de admiradores com pouco mais de dois mil seguidores. O corpo de Leonardo foi sepultado no Cemitério Campo Santo, na tarde do dia seguinte, um último adeus a um jovem que trazia esperança e musicalidade à comunidade.

O crime ocorreu por volta das 20h45 na Avenida dos Andrades, uma área que limita os bairros do Uruguai e Jardim Cruzeiro. As primeiras informações sobre o ocorrido revelam duas versões. A primeira aponta para uma briga que resultou no tiroteio; a segunda sugere que os três estavam reunidos quando homens armados chegaram em uma motocicleta e dispararam contra eles, possivelmente motivados pelo fato de Oh Original cantar em comunidades rivais.

As investigações estão sob a responsabilidade do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que, em parceria com o Departamento de Polícia Técnica (DPT), busca respostas para esse crime cruel. A Secretaria da Segurança Pública da Bahia expressou suas condolências e anunciou o reforço no patrulhamento na região, com o objetivo de garantir a segurança da comunidade.

Esse trágico episódio levanta não apenas questões sobre a violência, mas também sobre o impacto que a arte e a música têm na realidade de muitos jovens. O que você pensa sobre a segurança em ambientes artísticos? Deixe seu comentário e participe dessa conversa vital.

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