Alckmin se reúne com big techs mais uma vez e diz que plano de contingência só deve ser discutido se tarifaço for ‘consumado’

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No cerne das discussões sobre a nova tributação americana, o vice-presidente e ministro da Indústria, Geraldo Alckmin, revelou que o plano de contingência do governo brasileiro será considerado apenas após a efetivação do chamado tarifaço de 50%, que começa a vigorar em breve. Essa estratégia foi discutida durante uma reunião com grandes empresas de tecnologia, como Meta, Google, Amazon, Apple, Visa e Expedia, em que foram abordados temas cruciais, como segurança jurídica e inovação tecnológica.

Alckmin enfatizou que o governo não se apressará em regulamentar as big techs e que a análise do tratamento dessas empresas deve ser feita com base em outros países. Pendências sobre a taxação dos produtos agrícolas brasileiros, como café e cacau, ainda permanecem em discussão na Casa Branca, mas sem menção específica ao Brasil. “Não justifica termos uma alíquota de 50% para um parceiro comercial tão significativo”, afirmou o vice-presidente.

Criado recentemente, o Comitê Interministerial de Negociação e Contramedidas Econômicas e Comerciais, sob a liderança de Alckmin, tem buscado soluções junto a líderes sindicais e representantes do setor produtivo. A Lei de Reciprocidade Econômica (Lei 15.122/25) foi mencionada como um instrumento importante para responder a medidas que possam impactar negativamente a competitividade do Brasil no cenário internacional.

As conversas não só buscam mitigar os impactos do tarifaço, mas também fortalecem a posição do Brasil em um contexto econômico global em constante mudança. O governo brasileiro está determinado a avançar nas convergências com os Estados Unidos, reforçando a importância das relações comerciais.

O que você acha sobre a abordagem do governo em relação a essas grandes empresas de tecnologia? Compartilhe sua opinião nos comentários!

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