Lula critica sanções dos EUA contra Moraes e diz que interferência de Trump no Judiciário é “inaceitável”

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Em uma declaração contundente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva manifestou sua indignação com a recente interferência do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, no sistema judiciário brasileiro. O descontentamento se deu em resposta às sanções impostas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, alegadamente fundamentadas na Lei Magnitsky, que visa punir autoridades estrangeiras por violações de direitos humanos.

Lula destacou que “a interferência do governo norte-americano na Justiça brasileira é inaceitável”. Apontando que essas sanções são um reflexo de ações de políticos que sabotam a pátria em defesa de interesses pessoais, o presidente reforçou sua solidariedade com Moraes, que recentemente se tornou alvo de ataques por sua condução de investigações sobre a democracia e a regulação das grandes plataformas digitais — temas que geraram tensão com líderes conservadores nos EUA.

A motivação política por trás das sanções, segundo Lula, representa uma ameaça à soberania nacional e ao histórico relacionamento entre Brasil e Estados Unidos. Ele ressaltou que a regulação das plataformas digitais é vital para manter a democracia: “A lei é para todos. Qualquer atividade que impacte a vida do povo brasileiro está sujeita a normas.”

O presidente enfatizou que a independência do Poder Judiciário é um pilar da democracia brasileira. “Qualquer tentativa de enfraquecê-lo representa uma ameaça ao regime democrático. Justiça não se negocia.” Em um tom firme, o governo brasileiro também condenou o uso de argumentos políticos para justificar barreiras comerciais, considerando isso “injustificável”. A administração já iniciou a avaliação dos impactos das sanções e está elaborando medidas para proteger empresas, trabalhadores e famílias afetadas.

Lula concluiu, reafirmando que o Brasil é um país soberano que respeita os direitos humanos e busca uma convivência pacífica entre nações. Em seu governo, a disposição para negociar questões comerciais permanece, mas nunca à custa da integridade e defesa da nação.

E você, o que pensa sobre a interferência externa nas decisões do nosso Judiciário? Compartilhe sua opinião nos comentários!

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