Tarcísio não deve ir a ato bolsonarista na Paulista. Saiba motivo

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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), não deverá participar da manifestação em apoio a Jair Bolsonaro (PL) programada para a Avenida Paulista neste domingo, dia 3 de agosto. O ex-presidente, também ausente por questões judiciais, não poderá se juntar aos apoiadores, que se mobilizarão em várias cidades do Brasil.

A ausência de Tarcísio tem explicação: uma cirurgia de tireoide a ser feita na véspera do ato o impedirá de se juntar aos manifestantes, assim como aconteceu em uma manifestação anterior em junho. O vínculo político entre Tarcísio e Bolsonaro é notório, mas a sua saúde deve prevalecer nesta ocasião.

Com o tema “Reaja, Brasil”, as manifestações se espalharão pelo país, com destaque para a concentração de figuras proeminentes do bolsonarismo na capital paulista na parte da tarde, depois de atos em seus respectivos estados. O pastor Silas Malafaia, um dos organizadores, expressou que a intenção é “mostrar que o Brasil reagiu contra injustiças e censuras”.

Alguns nomes que comparecerão ao ato incluem o deputado sóstenes Cavalcante (PL-RJ), que participará de uma manifestação no Rio de Janeiro antes de seguir para São Paulo. O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) também tem planos semelhantes, o que ressalta a mobilização crescente, apesar das ausências.

Em sua última aparição pública ao lado de Bolsonaro, Tarcísio fez críticas contundentes ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva, com algumas menções que desagradaram a facções mais radicais de sua base. A polarização na política nacional evidencia as tensões internas entre apoiadores de diferentes correntes.

Jair Bolsonaro ato na Avenida Paulista

Entretanto, o cenário de adesão popular às manifestações bolsonaristas parece se alterar. De acordo com dados do Monitor do Debate Político do Cebrap, as mobilizações vêm perdendo força significativa. Por exemplo, 185 mil pessoas compareceram em fevereiro passado, enquanto apenas 12,9 mil participaram do último ato em junho — uma diminuição alarmante de 93%.

A mobilização inicial, que empolgou e atraiu multidões em diversos eventos, agora enfrenta um claro enfraquecimento em sua base. Será esse o indício de uma mudança nas dinâmicas da política brasileira? O que você pensa sobre isso? Deixe seu comentário e compartilhe sua opinião!

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