França abre investigação sobre plataforma Kick após morte transmitida ao vivo

Publicado:

compartilhe esse conteúdo

A Justiça francesa iniciou uma investigação sobre a plataforma de streaming australiana Kick, relacionada à morte de um homem de 46 anos, que foi transmitida ao vivo. A promotora Laure Beccuau anunciou que esta nova investigação busca identificar se a Kick “disseminou intencionalmente vídeos de ataques deliberados à integridade física da pessoa”.

O caso envolve Raphaël Graven, conhecido na internet como “Jean Pormanove”, que faleceu em 18 de agosto perto de Nice. Durante a transmissão, ele parece ter sido abusado por dois colegas. O promotor Damien Martinelli declarou que os legistas concluíram que a morte “não teve origem traumática” e não envolveu intervenção de terceiros.

Graven tinha quase 200 mil seguidores em seu canal “Jeanpormanove”, onde frequentemente era visto sendo insultado, agredido e até alvejado com paintball, tudo aparentemente roteirizado. A investigação atual também avaliará se a Kick está em conformidade com a Lei Europeia de Serviços Digitais (DSA), que pode resultar em penas de até 10 anos de prisão e multas de 1 milhão de euros.

Este caso levanta questões sérias sobre a responsabilidade das plataformas de streaming em relação ao conteúdo que permitem que seus usuários compartilhem. O que você pensa sobre o papel da Kick nesse incidente? Compartilhe suas opiniões nos comentários.

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Trump enviará vice-presidente ao Paquistão para negociar com o Irã no sábado

Resumo: o presidente Donald Trump enviará ao Paquistão uma equipe de negociação para tratar com o Irã neste fim de semana, com a...

Plano divulgado pelo Irã não é o mesmo que os EUA receberam, diz Casa Branca

Resumo: a Casa Branca informou que o plano de 10 pontos divulgado pelo Irã não é o documento em negociação com Washington, destacando...

Secretário de Guerra deu informações falsas a Trump sobre Irã, diz jornal

Resumo curto: uma reportagem do The Washington Post aponta que o secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, repassou ao presidente Donald Trump...