O **STF** (Supremo Tribunal Federal) decidiu, por 10 votos a 1, rejeitar o recurso da defesa de **Robinho**. Com isso, o ex-jogador continuará cumprindo sua pena de nove anos de prisão no Brasil, decorrente de uma condenação por estupro coletivo, que ocorreu em 2013 enquanto ele jogava pelo **Milan**. O julgamento foi realizado virtualmente e teve como relator o ministro Luiz Fux.
O relator defendeu a manutenção da prisão, afirmando que os argumentos apresentados pelos advogados de Robinho já tinham sido abordados anteriormente pelo tribunal. O voto favorável à continuidade da prisão foi acompanhado por outros ministros, incluindo **Alexandre de Moraes**, **Cármen Lúcia** e **Edson Fachin**. O único a divergir foi o ministro **Gilmar Mendes**, que argumentou que a Lei de Migração, sancionada em 2017, não poderia ser aplicada retroativamente a um crime cometido em 2013. Mendes acredita que Robinho não deveria estar preso enquanto os recursos não forem totalmente analisados.
A condenação de Robinho foi confirmada pela justiça italiana em 2022. Como o Brasil não extradita cidadãos natos, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) homologou a sentença, permitindo que fosse cumprida em território nacional. O ex-atacante está detido desde março de 2024 na Penitenciária de Tremembé, em São Paulo.
Essa controvérsia envolve um caso com uma jovem albanesa, que ocorreu em uma boate em Milão. Robinho foi um dos seis homens acusados. Destes, um também cumpre pena, enquanto quatro ainda não foram julgados.
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