Em 2025, a Forbes Brasil apresentou uma lista surpreendente: nove jovens bilionários, todos pertencentes à Geração Z, com idades entre 20 e 29 anos. Esses jovens, amplamente influenciados por um mundo digital, se destacam pela adaptabilidade e familiaridade com a tecnologia, características que moldam suas trajetórias pessoais e profissionais.
Dentre os bilionários mais jovens do Brasil, muitos são herdeiros de grandes grupos econômicos. Oito deles são da família Voigt, que tem uma forte ligação com a WEG, uma renomada empresa catarinense de motores e automação. Amelie Voigt Trejes, com 20 anos e R$ 3,4 bilhões, e Lívia Voigt, com 20 anos e patrimonial de R$ 6,6 bilhões, são algumas dessas figuras. Os irmãos Felipe e Pedro Voigt Trejes, ambos de 23 anos, também possuem fortunas de R$ 3,6 bilhões cada.
Helena Marina da Silva Petry e Ana Flávia da Silva Petry, ambas com 23 e 26 anos, respectivamente, possuem fortunas de R$ 1,9 bilhão cada, reforçando a prevalência da influência da WEG. Dora Voigt de Assis, de 27 anos, destaca-se ainda mais, com R$ 6,6 bilhões. Além dos herdeiros, Pedro Franceschi, de 28 anos, brilha como empreendedor com sua fintech Brex, acumulando R$ 3,3 bilhões.
Izabela Henriques Feffer, também de 28 anos, tem um patrimônio de R$ 2,3 bilhões, proveniente do Grupo Suzano. O mais velho da lista é Max Van Hoegaerden Herrmann Telles, de 29 anos, com impressionantes R$ 29,3 bilhões, resultantes de sua atuação na AB InBev e 3G Capital.
Com a presença marcante da Geração Z na lista de bilionários, é evidente que essa nova geração não apenas herda a fortuna familiar, mas também traz inovação e novas ideias para o cenário empresarial brasileiro. O futuro parece promissor, e a participação desses jovens na economia só tende a aumentar.
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