Humberto Martins defende sustentabilidade no Judiciário e ressalta esperança em um Brasil “igual, solidário e fraterno”

Publicado:

compartilhe esse conteúdo

Durante o 3º Congresso Brasileiro de Direito e Sustentabilidade, realizado em Salvador, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Humberto Martins, destacou a importância da sustentabilidade no Judiciário.

Ele afirmou que a questão ambiental deve ser vista como um elemento central da sustentabilidade.

“O meio ambiente é vida. É garantir o futuro de hoje e do amanhã. Segurança jurídica é oferecer às pessoas e ao planeta a garantia de vida, mas também uma vida que implica mudança: despoluindo, crescendo, mantendo a segurança de vida. O meio ambiente é um espaço para todos. Transforme seu ambiente em um lugar saudável e sustentável”, ressaltou Martins.

Sobre o cenário político após a saída de Jair Bolsonaro, Martins evitou fazer comentários diretos sobre decisões judiciais, mas compartilhou sua visão para o país.

“Em relação às decisões judiciais, prefiro me reservar, como qualquer brasileiro. Apenas almejo um Brasil igual, solidário e fraterno”, afirmou. O ministro destacou que a sustentabilidade deve caminhar junto com a segurança jurídica, sendo fundamental para um desenvolvimento equilibrado e responsável.

O que você pensa sobre a relação entre sustentabilidade e o Judiciário? Deixe sua opinião nos comentários!

Facebook Comments

Compartilhe esse artigo:

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Sargento que atirou em amiga da filha sentará no banco dos réus

O Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) denunciou o primeiro sargento aposentado do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), Jason Fernandes...

Após articular Código de Conduta, Fachin vai para a Costa Rica. Saiba por quê

Resumo para SEO: Edson Fachin viaja à Costa Rica para abrir o ano judicial do STF e fortalecer a cooperação com a Corte...

Fundos da Reag declaram R$ 4,1 bilhões em ações com “CNPJ fantasma”

Meta descrição: Fundos administrados pela Reag registraram ações com emissores identificados por CNPJ inválidos, totalizando cerca de R$ 4,1 bilhões; a CVM cobra...