Caso Binho Galinha: Organização criminosa atuava há mais de 20 anos em Feira e região, diz PF

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A Polícia Federal (PF) anunciou nesta quarta-feira que uma organização criminosa, especializada em lavagem de dinheiro e práticas ilícitas como jogo do bicho e agiotagem, estava ativa em Feira de Santana e região há mais de 20 anos.

O deputado Binho Galinha, apontado como líder do grupo, está foragido após a prisão preventiva decretada pela Justiça na Operação Estado Anômico, um desdobramento da Operação El Patrón, iniciada em 7 de dezembro de 2023.

Durante uma coletiva em Salvador, o delegado da PF, Geraldo Almeida, detalhou as práticas ilegais investigadas. Além da lavagem de dinheiro e do jogo do bicho, o grupo é suspeito de extorsão, tráfico de armas e associação ao tráfico de drogas.

O delegado mencionou: “Diversos atos ilícitos foram cometidos por esse grupo, incluindo extorsão majorada e a contravenção penal do jogo do bicho.”

Embora não tenha citado nomes, o delegado indicou que um dos mandados de prisão ainda busca um dos alvos da operação.

“Havia um investigado que não foi encontrado durante as diligências, e por isso está foragido,” afirmou.

O delegado ressaltou que a organização contava com a participação de policiais militares ao longo de duas décadas.

“Essa organização atua há mais de 20 anos em Feira de Santana, com a participação de diversos indivíduos, incluindo policiais militares. Realizamos a prisão de quatro policiais hoje, que faziam parte do braço armado do grupo,” finalizou.

O desenrolar dessa situação levanta muitas questões sobre a segurança na região. O que você pensa sobre a atuação das autoridades nesse caso? Deixe sua opinião nos comentários.

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