“Arte de não morrer”, diz Sandra Annemberg ao homenagear Jards Macalé

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Jards Macalé, uma das figuras mais representativas da música brasileira, faleceu na última segunda-feira, 17 de novembro, aos 82 anos.

A confirmação da notícia, feita pelo perfil oficial do artista, gerou uma onda de tributos nas redes sociais por parte de diversos nomes da cultura nacional que se despediram do cantor e compositor.

Macalé estava internado na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, para tratar uma broncopneumonia, quando sofreu uma parada cardiorrespiratória.

Famosos lamentaram a perda

Com a confirmação do falecimento, homenagens começaram a surgir. Caetano Veloso, que descreveu Macalé como “seu primeiro amigo carioca na música”, compartilhou uma postagem carregada de emoção lembrando o início da amizade.

“Antes de Bethânia imaginar que seria chamada para o Opinião, Alvaro Guimarães, diretor teatral baiano, me trouxe ao Rio para montar e mixar o curta para o qual eu tinha feito a trilha. Fui parar na casa de Macalé. E ele tocou violão. Me encantei”, disse Veloso.

Maria Bethânia também fez uma homenagem, destacando que Jards “fará muita falta neste mundo”.

Gal Costa, que faleceu em 2022, também foi lembrada em um tributo no qual Jards foi descrito como “amigo, parceiro e ex-sócio”. O post ressaltou não apenas suas composições para Gal, mas também sua função como diretor de importantes apresentações da artista.

O ator Matheus Nachtergaele também compartilhou uma lembrança marcante, mencionando que Jards acordou de uma cirurgia cantando “Meu Nome é Gal”, revelando sua energia e bom humor.

Jards Macale 5

Caio Manhente e Sandra Annemberg também se despediram do cantor

O ator Caio Manhente expressou seu pesar, chamando Macalé de “um dos maiores da história da nossa música” e destacou a canção “Sem Essa”, que o emocionou diversas vezes.

Sandra Annemberg lembrou um encontro recente com Jards e mencionou uma de suas canções mais conhecidas: “Ahhhhh… Jards Macalé se foi. Ele tinha essa Arte de Não Morrer… Em fevereiro, o entrevistei para o Globo Repórter sobre Bethânia, grande e querida figura.”

E você, como se sente em relação ao legado de Jards Macalé? Compartilhe suas lembranças e reflexões nos comentários.

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