Chinês morto admitiu renda mensal de R$ 100 mil com pedras preciosas

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Na madrugada do último sábado, 15 de novembro, Su Jingwei, um microempresário chinês de 35 anos, foi encontrado morto a tiros no bairro da Liberdade, em São Paulo. Ele admitiu à Justiça em 2017 que sua renda mensal alcançava R$ 100 mil, proveniente da venda de joias e pedras preciosas.

Jingwei havia sido denunciado pela então companheira por violência doméstica. Durante a abordagem policial à residência do casal em Perdizes, foram encontrados um revólver calibre 22, 17 munições e um silenciador. Naquele momento, Jingwei estava sem documentação e foi preso em flagrante.

Apesar de ser solto um dia depois ao pagar fiança de R$ 5 mil, sua situação legal não melhorou. Ele foi condenado a dois anos de prisão por ameaças e agressões, com a pena aumentando posteriormente para três anos. Contudo, Jingwei não cumpriu as obrigações impostas pela Justiça, como a prestação de serviços à sociedade.

Seu desaparecimento foi notado em outubro de 2022, quando a Justiça se deu conta de que ele estava fora do radar há cerca de cinco anos. O último andamento jurídico ocorreu semanas antes de sua morte, quando as autoridades tentaram notificá-lo por edital.

Dividas e processos sem solução

Além das questões criminais, Jingwei também enfrentava um processo civil, devendo mais de R$ 300 mil ao Hospital e Maternidade Santa Joana por custos de um parto e internação. O hospital registrou a ação em janeiro de 2023, mas não conseguiu localizar o empresário, resultando na condenação por revelia.

Execução em plena rua

O assassinato de Jingwei foi flagrado por câmeras de segurança. As imagens mostram ele sendo perseguido e atingido por três tiros nas costas. Socorristas chegaram ao local, mas constataram que ele já estava morto. Nenhum pertence foi levado, sugerindo um possível acerto de contas em vez de um roubo.

A Secretaria da Segurança Pública informou que o celular da vítima foi apreendido e o caso está sob investigação do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa. Até o momento, o autor dos disparos não foi identificado.

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