Morre militar baleada em tiroteio próxima à Casa Branca, diz Trump

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O presidente Donald Trump confirmou nesta quinta-feira que a militar Sarah Beckstrom, de 20 anos, não sobreviveu aos ferimentos após ser baleada em um tiroteio próximo à Casa Branca. O incidente aconteceu na quarta-feira.

“Sarah Beckstrom, da Virgínia Ocidental, uma jovem maravilhosa e muito respeitada, acabou de falecer. Ela não está mais entre nós”, declarou Trump em um pronunciamento emocionante.

Sarah havia recém-iniciado o serviço quando foi atacada. Outro militar, Andrew Wolfe, de 24 anos, também foi atingido e se encontra em estado crítico.

O presidente classificou o ataque como um ato de terrorismo e criticou as políticas migratórias que permitiram a entrada do suspeito, Rahmanullah Lakanwal, um afegão de 29 anos. Ele chegou aos EUA em setembro de 2021 através de um programa de vistos criado para afegãos que colaboraram com o governo americano e recebeu asilo em abril deste ano.

A CIA informou que Lakanwal foi aliado de unidades militares apoiadas pela agência durante a guerra no Afeganistão.

Tiroteio a 500 metros da Casa Branca

Os dois soldados faziam parte da Guarda Nacional, mobilizada em Washington desde agosto de 2025 para aumentar a segurança em meio a uma suposta elevação da criminalidade. Os disparos ocorreram por volta das 14h30 no cruzamento da 17th Street com a I Street, uma área movimentada, a cerca de 500 metros da Casa Branca.

A procuradora dos EUA para Washington, D.C., Jeanine Pirro, informou que o suspeito disparou duas vezes contra um dos guardas antes de atacar o segundo. Outros militares reagiram e conseguiram atingir Lakanwal.

Pirro afirmou que o suspeito enfrentará acusações de agressão com intenção de matar e porte de arma durante um crime violento. Com a morte de Sarah, as acusações podem ser elevadas para homicídio em primeiro grau.

O diretor do FBI, Kash Patel, declarou que o ataque está sendo investigado como ato terrorista. Mandados de busca foram cumpridos na residência de Lakanwal em Washington e em San Diego, Califórnia. Até o momento, as investigações indicam que ele agiu sozinho, mas os motivos ainda são desconhecidos.

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