O vice-prefeito de São Paulo, Mello Araújo, está na disputa pela vaga no Senado em 2026 e, neste domingo, criticou as conversas sobre os candidatos para as eleições do próximo ano. Ele enfatizou que o momento é de luto e que a prioridade deve ser a anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro, preso atualmente.
Mello Araújo, indicado por Bolsonaro para vice de Ricardo Nunes, destacou em vídeo que a situação do país é grave. Ele apontou a necessidade de libertar aqueles que estão detidos desde os eventos de 8 de janeiro. “Estamos de luto. O país está passando por um momento que marca a história. Precisamos focar na anistia, e não nas eleições”, afirmou.
Para ele, discutir candidaturas agora é um “caminho errado”. É preciso resolver as questões atuais que afetam o Brasil. Mello pediu para que os políticos mudem o foco e ajam rapidamente para enfrentar a situação que o país vive.
Especulações para 2026
- Embora critique as especulações eleitorais, Mello é visto como um possível candidato ao Senado, escolhido por Bolsonaro para substituir Eduardo Bolsonaro, que enfrenta dificuldades jurídicas nos Estados Unidos.
- Em declarações, Mello expressou surpresa com o bom desempenho em pesquisas internas e confirmou a possibilidade de se candidatar.
- Entretanto, sua imagem sofreu após críticas ao governador Tarcísio de Freitas, que tem trabalhado na questão da Cracolândia, área que Mello também quer abordar em sua gestão.
- Além disso, a confiança do grupo político de Nunes em Mello é baixa, o que pode complicar os planos do atual prefeito para as eleições.
Mello, ex-policial militar, é próximo de Bolsonaro e já visitou o ex-presidente durante sua prisão domiciliar. Em suas redes sociais, ele critica as movimentações políticas de aliados de Bolsonaro, que buscam o capital político do ex-presidente.
“Estou de luto e espero que outros políticos também estejam. Estamos vendo apenas a direita sendo afetada. Espero que isso mude quando a situação se agravar para outros grupos. É hora de pautar a anistia e trazer calma ao país antes de pensar nas eleições”, concluiu Mello no vídeo.
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