Pastor e família são sequestrados durante culto na Nigéria

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No último domingo, 30, terroristas muçulmanos sequestraram um pastor, sua esposa e outros fiéis durante culto na Igreja Querubim e Serafim, na área de Governo Local de Yagba West, em Ejiba, no estado de Kogi.

Após o início do culto, homens armados invadiram a congregação obrigando os fiéis a fugirem. Adegboyega Oguns, presente no ataque, informou que o pastor Orlando foi sequestrado junto com sua esposa e várias outras pessoas.

O momento foi caótico, com moradores correndo para o mato para escapar. Muitos dos sequestrados estavam entre os primeiros membros que ajudaram a construir a igreja.

As famílias ainda tentam localizar os desaparecidos, e o número de vítimas não foi confirmado até o momento.

O governo do estado de Kogi confirmou o ataque e descreveu as ações dos extremistas como inaceitáveis, assegurando que as forças de segurança foram mobilizadas para perseguir os responsáveis e localizar as vítimas.

O ataque ocorreu menos de 24 horas depois de outro ataque na mesma região, Yagba Leste, aumentando a sensação de insegurança entre os moradores.

Viajantes relataram terem sido obrigados a abandonar seus veículos; vários foram sequestrados e outros tiveram bens roubados, reforçando a percepção de uma escalada de violência na área.

Esses episódios ampliam a apreensão entre moradores, com muitos adiando atividades religiosas e programações da semana seguinte, diante do temor de novos ataques.

Líderes religiosos, defensores dos direitos cristãos e analistas de segurança apontam padrões de violência que afetam locais de culto em áreas rurais com presença policial limitada, o que tem sido observado em várias regiões do país.

Dados de organizações de direitos humanos indicam que mais de 50 comunidades cristãs sofreram sequestros em massa nos últimos 12 meses, sinalizando um aumento preocupante de ataques contra fiéis.

Este é o segundo ataque na região de Yagba em um único dia e um dos muitos ocorridos no centro da Nigéria nas últimas semanas.

Pastores, seminaristas, membros de corais e jovens cristãos foram levados de igrejas em Kaduna, Níger, Zamfara, Benue, Plateau e Kogi, conforme relatos de moradores da região.

Apesar das garantias das autoridades, a violência continua a aumentar e a cidade de Ejiba permanece tensa, com famílias em casa e programas comunitários suspensos por tempo indeterminado.

E você, o que acha da situação de segurança envolvendo locais de culto na Nigéria? Deixe sua opinião nos comentários para seguirmos o tema com mais clareza e responsabilidade.

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