Defesa de cabo assassinada por soldado nega que existia relacionamento

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No Distrito Federal, a cabo Maria de Lourdes Freire Matos, 25 anos, foi vítima de feminicídio dentro do 1º Regimento de Cavalaria de Guardas. O soldado Kelvin Barros da Silva, 21, foi preso em flagrante e teve a prisão convertida em preventiva neste sábado, após audiência de custódia no Núcleo de Audiências de Custódia. A defesa da família da vítima afirma que Maria não mantinha relacionamento com o agressor e nega qualquer relação amorosa entre as partes.

“É falso que Maria mantivesse qualquer relação com o agressor”, disse o escritório que faz a defesa da família da vítima em nota divulgada nas redes sociais.

A família sustenta que o fato de Maria ser cabo e ter posição hierárquica superior a Kelvin, que era soldado, pode ter motivado o crime.

“Esse contexto aponta para o não aceite da autoridade feminina. Maria foi atraída, esfaqueada e incendiada no local, em um contexto de violência extrema dirigida à sua condição de mulher”, ressaltou a defesa da vítima. A jovem de 25 anos era descrita como discreta, séria e focada nos estudos.

O soldado Kelvin Barros da Silva, 21 anos, que matou a cabo, teve a prisão em flagrante convertida em preventiva neste sábado (6/12) após passar pela audiência de custódia no NAC.

O crime Maria de Lourdes era cabo do Exército e ingressou há cinco meses na vaga de musicista. Ela foi encontrada morta por militares do Corpo de Bombeiros (CBMDF).

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Metrópoles
Defesa de cabo assassinada por soldado nega que existia relacionamento - imagem 1
A vítima foi identificada como Maria de Lourdes Freire, 25 anos
Imagem relacionada ao caso — grafia de Laura
Maria de Lourdes Freire Matos
Kelvin Barros é soldado do Exército

Expulso do Exército O militar que confessou ter tirado a cabo Maria de Lourdes Freire Matos, 25, será expulso das fileiras. O Exército informou que ele foi conduzido imediatamente à prisão do Batalhão de Polícia do Exército de Brasília, permanece preso e deve ser excluído da Força, além de responsabilizado pelo ato.

O Exército informou ainda que foi instaurado um Inquérito Policial Militar e que as investigações começaram no local pela Polícia do Exército, pela Polícia Civil e pelo Corpo de Bombeiros do Distrito Federal, com novos levantamentos que levaram à prisão do suspeito.

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