O Ministério da Saúde da Faixa de Gaza informou que 401 pessoas foram mortas desde a entrada em vigor do cessar-fogo, há pouco mais de dois meses. Na sexta-feira, os hospitais receberam 13 corpos, sendo seis assassinatos e sete retirados debaixo dos escombros. O total de feridos desde o início da trégua, em 10 de outubro, chegou a 1.108.
Israel continua controlando 54% da Faixa de Gaza, recuando para a chamada “linha amarela”, onde mantém disparos quase diários contra palestinos que se aproximam da demarcação. Grande parte da população não conhece bem as fronteiras e tenta retornar às casas ou obter comida, apesar dos riscos.
As equipes de resgate da Defesa Civil recuperaram 641 corpos entre montes de escombros na região devastada, onde mais de 80% dos edifícios foram danificados ou destruídos. Autoridades palestinas alertam que milhares ainda estão sob as ruínas e que as operações de busca enfrentam limitações, devido à escassez de maquinário pesado e combustível.
No total, desde o início da ofensiva israelense em Gaza em retaliação aos ataques do Hamas, em outubro de 2023, são 70.925 palestinos mortos e 171.185 feridos. A faixa de Gaza permanece sob tensão, com a comunidade internacional buscando caminhos para uma estabilização relativamente a esse conflito.
Catar e Egito, garantidores do cessar-fogo, pediram a retirada das tropas israelenses e o envio de uma força internacional de estabilização como próximos passos necessários para a plena implementação do acordo.
A situação exige respostas coordenadas e uma monitorização eficaz para evitar novas escaladas e facilitar o suporte humanitário à população atingida pela crise.
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