Mulher decapitada no DF foi agredida na rua 3 meses antes de ser morta

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Lidiane Paula, 43 anos, foi decapitada nesta madrugada em Taguatinga Norte, Distrito Federal, pelo homem com quem mantinha relação há cerca de um ano, Leandro Rodrigues dos Santos. A vítima, que vivia em situação de rua na região, foi morta em 23 de dezembro, segundo a polícia.

Segundo a polícia, o casal já havia passado por violência anteriormente: em setembro, Leandro foi preso e liberado após agredir Lidiane na via pública e, na mesma oportunidade, ter ameaçado esquartejá-la. Mesmo assim, ele acabou solto.

Horas antes do crime, Leandro foi abordado pela Polícia Militar do Distrito Federal portando uma faca. A vítima foi encontrada caída na via, sem sinais vitais, e o suspeito fugiu. O cerco policial mobilizou equipes de Rádio Patrulhamento e apoio da inteligência, resultando na rápida localização do agressor, que ainda apresentava vestes e mãos sujas de sangue.

Dias antes, o suspeito já havia sido condenado por lesão corporal e ameaça no Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Taguatinga, com pena de 2 anos e 7 meses de reclusão e 5 meses de detenção, além da manutenção de medidas protetivas de urgência. No entanto, a prisão preventiva foi revogada e Leandro foi solto dias antes do homicídio.

O autor foi conduzido à 17ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Norte) para as providências legais cabíveis e permanece à disposição da Justiça.

  • O crime — A PMDF foi acionada para verificar possível violência doméstica; a vítima já estava sem vida e decapitada, com o agressor fugido.
  • Foi realizado cerco policial com rápida localização e prisão do autor, que ainda carregava vestes sujas de sangue.
  • O suspeito havia sido abordado pouco tempo antes portando uma faca; foi lavrado um Termo Circunstanciado com apreensão do objeto; há histórico de violência contra a vítima e medidas protetivas vigentes.

Este caso reafirma a necessidade de acompanhar de perto vítimas de violência doméstica e a atuação das autoridades para evitar desfechos tão gravíssimos.

E você, como encara a violência contra mulheres na sua cidade? Deixe seu comentário com opiniões, perguntas ou informações que possam contribuir para o debate e a prevenção desse tipo de crime.

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