Venezuela libera 88 detidos por protestos pós-eleições de 2024. Autoridades anunciaram a libertação de 88 pessoas detidas durante manifestações após a reeleição de Nicolás Maduro, em 2024. O governo afirma que as liberdades foram concedidas com base na avaliação individual de cada caso, enquanto a oposição denuncia fraude eleitoral.
O Ministério do Serviço Penitenciário informou que Maduro orientou avaliar cada situação de forma individual e adotar, conforme a lei, medidas cautelares. A nota não detalha como isso será aplicado, limitando-se à diretriz geral.
Em 25 de dezembro, foi anunciada a libertação de 99 pessoas, embora ONGs como o Foro Penal tenham verificado 61 casos. Ainda se estima que mais de 700 detidos por motivos políticos permaneçam no país.
As libertações ocorrem em meio a uma escalada de pressão dos Estados Unidos. Desde agosto, Washington mobilizou um destacamento naval no Caribe, dificultou o espaço aéreo venezuelano e apreendeu navios-petroleiros sancionados nas proximidades dos portos.
As eleições de 2024 resultaram em 28 mortes e cerca de 2.400 prisões, com o recrudescimento da repressão policial. Segundo registros oficiais, a Justiça venezuelana já libertou mais de 2.000 detidos desde então.
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