O presidente Luiz Inácio Lula da Silva condenou os ataques dos Estados Unidos contra a Venezuela, dizendo que bombardear território venezuelano é inaceitável e configura violação do direito internacional. Em suas redes, Lula afirmou que o Brasil repudia tais ações e se coloca à disposição para promover o diálogo e a cooperação entre as nações.
Segundo o texto, Lula afastou-se de Maduro após o último ciclo eleitoral venezuelano e o Brasil não reconheceu a vitória do chavismo, citando acusações de manipulação. Nos meses seguintes, o petista aproximou-se de Trump para tratar de tarifas impostas pelos EUA e sanções a autoridades brasileiras. As negociações foram descritas pela diplomacia brasileira como exitosas, com redução de tarifas e a revogação da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes.
Trump afirmou ter realizado um ataque de grande escala contra a Venezuela, anunciando que Maduro foi capturado, junto com a primeira-dama, e removido do país por via aérea, segundo relato divulgado pela Truth Social. O ataque ocorreu após explosões em Caracas e em estados como Miranda, Aragua e La Guaira, com relatos de ataques a infraestruturas estratégicas, incluindo o Forte Tiuna e a base aérea La Carlota.
O ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino López, disse que forças invasoras profanaram o solo venezuelano nas áreas citadas e que estão reunindo informações sobre feridos e mortos diante do ataque considerado vil e covarde, enquanto o governo tem acompanhado os desdobramentos com cautela.
O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que Maduro foi preso pelos norte-americanos e enfrentará um julgamento criminal no país, acrescentando que, com a captura, não devem ocorrer novas ações militares na região. O texto também menciona que Lula convocou uma reunião ministerial para debater o assunto e buscar caminhos diplomáticos.
Esse cenário evidencia a importância da diplomacia e da cooperação regional para evitar escaladas e buscar soluções pacíficas. E você, qual a sua leitura sobre o papel do diálogo entre governos diante de tensões internacionais? Compartilhe sua opinião nos comentários.

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