A apresentadora Cariúcha voltou às redes no fim de domingo para rebater acusações feitas por Danilo Bravo. Em nota assinada por seu advogado, Diego Figueiredo, ela afirma ter sido vítima de um episódio em que acusa a conduta do médico, descrevendo uma situação de vulnerabilidade e solicitando respeito á verdade dos fatos.
Segundo o comunicado, Cariúcha teve seus pertences restringidos, documentos retidos e entrada no condomínio bloqueada. Passing hours na rua, sem acesso a malas, sem dinheiro, sem cartões e com o celular com pouca carga, a levantaram a situação de extrema vulnerabilidade, levando-a a buscar auxílio de forma emergencial.
A nota descreve que o desentendimento ocorreu em uma boate, agravado por atitudes posteriores, inclusive contato físico violento, em que a apresentadora foi segurada de forma agressiva. A defesa afirma que a versão veiculada não reflete a realidade, ressaltando que Cariúcha não cometeu comportamento que justifique agressão.
O texto reforça que os vídeos divulgados representam apenas recortes isolados e cita um registro que, segundo a defesa, demonstra afeto entre ambos, contradizendo a narrativa de agressão. Há menção de outras imagens da boate, do hotel e da área da piscina que reforçam esse contexto de convivência amistosa, já solicitadas e previstas para apresentarem-se no momento oportuno.
A defesa afirma que a publicação de vídeos não teve caráter sensacionalista, mas foi um pedido de socorro diante de uma situação extremada. Segundo a nota, após a divulgação, a mala da apresentadora foi rapidamente entregue, sugerindo que os registros tinham a finalidade de facilitar ajuda útil.
Diego Figueiredo informou que Cariúcha já registrou um Boletim de Ocorrência e fará exames de corpo de delito para que os fatos sejam apurados com técnica, imparcialidade e responsabilidade. A defesa também criticou o uso de um roteiro que rotula mulheres como “desequilibradas”, destacando que violência contra a mulher envolve múltiplas dimensões, incluindo moral, psicológica e constrangimento, além da agressão física.
No encerramento, a nota ressalta a necessidade de responsabilidade por parte da imprensa, com cautela e compromisso com uma apuração equilibrada, evitando narrativas unilaterais que possam revitimizar a vítima. A defesa enfatiza que a violência contra a mulher não se resume a agressão física, incluindo tambm o abuso moral e a restrição de liberdade.
E você, o que pensa sobre o episódio e a forma como a imprensa retrata casos de violência contra mulheres? Compartilhe sua opinião nos comentários.
















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