O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, foi capturado pelos EUA e já está diante de um tribunal de Manhattan, em Nova York, para audiência por narcoterrorismo e tráfico internacional de drogas.
Segundo a acusação, Maduro liderava uma estrutura criminosa há mais de duas décadas, instalada no alto escalão do Estado venezuelano, que utilizava instituições públicas, forças de segurança, aeroportos, portos e canais diplomáticos para enviar cocaína aos EUA. O esquema contava com parcerias com organizações classificadas como terroristas ou narco-terroristas, entre elas FARC, ELN, o Cartel de Sinaloa, Los Zetas e Tren de Aragua.
Além de Maduro, o grande júri indiciou Diosdado Cabello, Cilia Flores, Nicolás Maduro Guerra e outros aliados, apontados como integrantes ou facilitadores da suposta organização criminosa. Os crimes teriam ocorrido entre 1999 e 2025 e incluem narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína, uso de armas de guerra e lavagem de recursos provenientes do tráfico. A pena mínima prevista é de 20 anos de prisão, podendo chegar à prisão perpétua.
O venezuelano chegou ao tribunal ao lado da esposa, Cilia Flores. Acompanhados por policiais norte-americanos, ambos vestem roupas de detentos e estão algemados.
Relembre:
- Os EUA atacaram, no sábado (3/1), diversas regiões da Venezuela sob ordem do presidente Donald Trump.
- Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados e levados a Nova York, onde serão julgados por narcoterrorismo.
- Maduro tornou-se o principal alvo das ameaças de Trump, por ser apontado como chefe do Cartel de los Soles, grupo classificado pelos EUA como organização terrorista internacional.
O processo tramita no Distrito Sul de Nova York e, embora tenha tido sigilo, o conteúdo veio a público pela decisão da procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi. O indiciamento foi apresentado por um grande júri federal.
Envio de cocaína aos EUA: a acusação sustenta que Maduro liderou, por mais de duas décadas, uma estrutura criminosa instalada no alto escalão do Estado venezuelano, que usava instituições públicas, forças de segurança, aeroportos, portos e canais diplomáticos para facilitar o envio de cocaína aos EUA, em parceria com organizações classificadas como terroristas ou narco-terroristas, entre elas FARC, ELN, Cartel de Sinaloa, Los Zetas e Tren de Aragua.
Além de Maduro, o indiciamento também alcançou Diosdado Cabello, Cilia Flores, Nicolás Maduro Guerra e outros aliados, apontados como membros ou facilitadores da suposta organização criminosa. Os crimes teriam ocorrido entre 1999 e 2025 e incluem narcoterrorismo, conspiração para importação de cocaína, uso de armas de guerra e lavagem de recursos do tráfico. A pena mínima é de 20 anos, com possibilidade de prisão perpétua.
O caso envolve uma acusação que aponta uma rede envolvendo altos escalões do Estado, com ligações a organizações terroristas e o tráfico global de drogas, com potencial pena de décadas de prisão.
Galeria de imagens (a galeria mostra imagens relacionadas ao tema para visualização em dispositivo móvel e desktop.










Encerramos solicitando a sua opinião: o que você pensa sobre as acusações e o papel de figuras políticas nesse tipo de caso? Deixe seu comentário abaixo para iniciarmos a conversa.

Facebook Comments