O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou neste sábado que os Estados Unidos realizaram uma operação militar decisiva na Venezuela durante a noite, resultando na prisão de Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. Lideranças evangélicas, tanto no país quanto no exterior, reagiram com cautela, choque e pedidos de oração diante da notícia.
Segundo fontes da administração, a ofensiva foi fruto de meses de planejamento estratégico e envolveu explosões controladas e o deslocamento de aeronaves sobre Caracas. Trump, falando de Mar-a-Lago, descreveu a manobra como uma “operação brilhante” e disse que mais detalhes seriam divulgados nas próximas horas.
A resposta de Caracas foi imediata. A vice-presidenta executiva Delcy Rodríguez confirmou a incursão estrangeira e condenou o ataque, afirmando que as autoridades desconhecem a localização de Maduro e de Flores após a ação.
Essa virada representa uma mudança dramática para a Venezuela e para a região, com aumento da atividade naval dos EUA na costa venezuelana e inúmeras perguntas sobre as implicações políticas, humanitárias e de segurança imediatas.
Entre os crentes evangélicos, a reação foi de cautela. O pastor Carlos Vielma, de Caracas, descreveu o choque das primeiras horas da madrugada, com explosões que interromperam a noite e deixaram a cidade sem energia elétrica e sem conexão à internet.
Aristóteles López, da Marcha para Jesus na Venezuela, afirmou que a captura seria vista por muitos como uma intervenção divina e justiça para uma nação que enfrenta anos de dificuldades, ao mesmo tempo em que pediu aos fiéis que permaneçam em oração para consolidar o momento.
Da Colômbia, a CEDECOL — Confederação Evangélica — emitiu um comunicado pedindo que igrejas se unam em oração para que Deus governe a Venezuela com sabedoria, proteja as famílias venezuelanas e guie decisões num momento crucial. A organização ressaltou a importância de uma voz profética da igreja durante a turbulência.
Como desdobramento regional, especialistas discutem as possíveis consequências políticas entre Cuba, Nicarágua e outras nações da região, enquanto aguardam novos esclarecimentos sobre as ações e seus impactos a longo prazo.
E você, o que acha desse desdobramento? Deixe sua opinião nos comentários e participe da conversa sobre o que pode vir a seguir na Venezuela e na região.

Facebook Comments