Com a expectativa de o presidente Lula sancionar com vetos o projeto que reduz penas de presos, o governo prepara uma solenidade no Palácio do Planalto para marcar três anos dos ataques às sedes dos três poderes, lembrando o episódio de 8 de janeiro de 2023. O ato está previsto para a próxima quinta-feira (8) e visa reforçar a defesa da democracia.
Os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), confirmaram que não comparecerão ao evento.
Alcolumbre informou que está no Amapá cumprindo agendas de trabalho. Motta alegou compromissos pessoais para justificar a ausência.
Ainda não foi confirmada a presença do ministro Edson Fachin, presidente do STF, que conduzirá uma agenda no Supremo na tarde do dia 8.
No ano passado, a solenidade também não contou com a participação de Rodrigo Pacheco, então presidente do Senado, nem de Arthur Lira, na Câmara, e o STF naquela ocasião foi representado pelo ministro Luís Roberto Barroso, que não compareceu. O presidente Lula pediu a presença de todos os ministros, mas parte da Esplanada está em recesso.
A ministra Simone Tebet (Planejamento) já avisou que não deve comparecer, e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, também está em recesso e possivelmente não participará. Já o ministro Guilherme Boulos, da Secretaria Geral da Presidência, promete levar uma numerosa caravana de representantes de movimentos sociais. O PT convocou militantes para ficarem na área externa do Palácio do Planalto, onde deve ser instalado um telão.
Este contexto sinaliza a intenção de manter a memória dos ataques de 8 de janeiro e reforçar a defesa da democracia, com participação de diferentes segmentos da sociedade na homenagem externa ao Palácio do Planalto.
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