Donald Trump, presidente dos Estados Unidos desde janeiro de 2025, colocou a Groenlândia no centro de sua agenda. Em reuniões com o alto escalão do governo, ele avaliou planos para manter controle da ilha, hoje sob domínio da Dinamarca.
Nesta terça-feira (6/1), a porta-voz da Casa Branca informou que Trump analisa diversas opções, inclusive o uso das Forças Armadas. Já a proposta principal, segundo Marco Rubio, seria comprar a Groenlândia em vez de invadir, conforme o The New York Times.
O governo vê a Groenlândia como estratégica diante da crescente disputa geopolítica no Ártico, onde rotas marítimas e interesses econômicos ganham importância.
Os EUA já mantêm uma base militar na ilha voltada à defesa antimísseis. Com o recuo do gelo, rotas antes inacessíveis estão se abrindo, tornando o Ártico um corredor comercial e militar cada vez mais relevante.
A Groenlândia abriga reservas de minerais de terras raras, essenciais para tecnologias modernas como baterias e veículos elétricos, além de haver potencial para petróleo e gás na plataforma continental.
Existem limites legais e políticos: uma anexação por força militar violaria princípios da OTAN e provocaria ampla rejeição internacional. A Groenlândia conquistou autonomia em 1979 e, desde 2009, pode realizar referendos de independência. A política externa e a defesa permanecem sob Copenhagen, e a economia local depende de subsídios dinamarqueses.
A Groenlândia já possui um papel estratégico no Ártico e a discussão recente ressalta como questões de geopolítica, recursos e alianças moldam o cenário global.
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