Após queda na véspera, petróleo sobe com fala de Trump sobre Venezuela

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Em meio à preocupação global com os desdobramentos dos ataques militares dos EUA contra a Venezuela e com a deposição de Nicolás Maduro, os preços do petróleo voltaram a subir nesta quinta-feira (8/1). No início da semana, o mercado parecia mais otimista com o possível crescimento do setor, mas, na última quarta-feira (7/1), houve escalada de tensões entre EUA, Venezuela e Rússia, levando a uma forte queda nos preços. Hoje, as cotações voltaram a subir.

Por volta das 15h35 (horário de Brasília), o contrato futuro para fevereiro do WTI avançava 2,5%, negociado a US$ 57,39 por barril; o contrato para março do Brent subia 2,72%, para US$ 61,59. No dia anterior, o WTI fechou em US$ 55,99 (queda de 2%), e o Brent caiu para US$ 59,96 (queda de 1,22%).

O presidente Donald Trump afirmou que espera que os EUA acompanhem de perto a Venezuela e administrem suas reservas de petróleo por um longo período. Em entrevista ao The New York Times, ele disse que só o tempo dirá até quando isso ocorrer, respondendo à pergunta sobre meses ou anos: “Eu diria muito mais tempo”.

Na quarta-feira, o governo dos EUA deixou claro que ditaria as decisões sobre a Venezuela e controlaria as vendas de petróleo do país “indefinidamente”. O secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, informou um plano de três etapas — estabilização, recuperação e transição — vinculado à abertura do petróleo venezuelano para empresas petrolíferas dos EUA.

A Venezuela detém a maior reserva comprovada de petróleo do mundo, estimada em cerca de 303 bilhões de barris, segundo a Energy Information Administration (EIA), o órgão oficial de estatísticas energéticas dos EUA. A produção, no entanto, despencou nas últimas décadas.

Como você avalia o impacto dessas movimentações no mercado global de petróleo e nas relações entre EUA e Venezuela? Compartilhe sua opinião nos comentários e participe da discussão.

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