Da aventura ao desespero: relembre casos de brasileiros em trilhas de alto risco

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Meta descrição: resumo de casos de brasileiros em trilhas de alto risco, com resgates e fatalidades ao redor do mundo entre 2012 e 2025. Palavras-chave: trilhas de alto risco, montanhismo, resgate, Brasil, Chile, Indonésia, Peru, K2, Villarrica.

Casos de trilhas e expedições de alto risco envolvendo brasileiros ganharam as manchetes, com resgates surpreendentes e fatalidades que mostram, de forma direta, a importância da preparação e da prudência nesses ambientes extremos.

Na última semana, Roberto Farias Tomaz, jovem de 19 anos, desapareceu durante uma trilha no Pico Paraná, no município de Antonina, no Paraná. Após cinco dias, ele saiu da mata e pediu ajuda em uma fazenda local, sendo resgatado com vida.

Em junho de 2025, Juliana Marins, publicitária de 26 anos, morreu após cair de um penhasco durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia. O caso gerou debates no país sobre a gratuidade do traslado de corpos de brasileiros que falecem no exterior.

Pouco depois, Edson Vandeira, fotógrafo e montanhista de 36 anos, desapareceu durante uma expedição no Nevado Artesonraju, no Peru. Os corpos dele e de dois montanhistas peruanos foram localizados no dia 22 de junho. Testemunhas relataram que luzes foram vistas no topo da montanha na noite do desaparecimento, o que indica terem chegado ao cume, mas enfrentaram dificuldades na descida.

Em julho de 2024, o parapentista Rodrigo Raineri, de 55 anos, morreu durante uma expedição na região do K2, a segunda montanha mais alta do mundo. Ele era experiente e já havia escalado o Everest três vezes; o acidente ocorreu quando o equipamento de parapente falhou, levando o atleta a colidir com a montanha.

Em 2022, Dennis Cosmo Marin, publicitário de 37 anos, perdeu a vida na Argentina após ser atingido por um bloco de gelo que se desprendeu do teto da Caverna de Jimbo, na Terra do Fogo. A prefeitura alertava sobre o risco de desabamento, e o acesso à caverna era proibido.

Em março de 2012, o engenheiro Felipe Santos tentou escalar o vulcão Villarrica, no Chile, mas escorregou e caiu em uma fenda a cerca de 2,7 mil metros de altitude. O corpo foi encontrado três dias depois. Autoridades apontaram hipotermia como provável causa da morte, e o corpo foi trasladado para Brasília para cerimônia fúnebre.

Essas histórias evidenciam os riscos inerentes às atividades de alta altitude e exploração de vulcões, lembrando que condições adversas, falhas de equipamento e imprevistos podem ter consequências graves mesmo para quem já tem experiência.

E você, quais cuidados e aprendizados você levaria para suas próximas trilhas ou expedições? Compartilhe nos comentários suas experiências, dicas de segurança ou perguntas sobre esses casos.

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