O Barcelona venceu o Real Madrid por 3 a 2 na Supercopa da Espanha, disputada em Riade, na Arábia Saudita, e levantou o troféu pela 16ª vez. O triunfo reforça o bom momento do Barça, líder da La Liga, e aumenta a cobrança sobre o trabalho de Xabi Alonso no comando merengue. Foi a terceira final consecutiva entre as duas equipes na competição, realizada novamente no72 país árabe. Nas edições anteriores, as goleadas mostraram equilíbrio histórico entre os dois clássicos.
No primeiro tempo, o Barcelona dominou a partida, encerrando a etapa com 76% de posse de bola e maior volume ofensivo. Raphinha abriu o placar, mas Vini Jr. empatou nos minutos finais da etapa. Em seguida, Lewandowski recebeu passe de Pedri e recolocou o Barça na frente; pouco depois, Gonzalo García apareceu para deixar tudo igual novamente antes do intervalo.
Na etapa final, o Real Madrid createdias oportunidades, mas o Barcelona voltou a ser mais eficiente. Aos 27 minutos, Ferrán Torres tabelou com Dani Olmo, a bola sobrou para Raphinha finalizar de direita e confirmar o segundo gol dele na partida, com o desvio de Asencio tirando Courtois do lance. O Barça manteve a vantagem até o fim, mesmo com Frenkie de Jong expulso nos acréscimos.
O Real Madrid tentou reagir com a entrada de Mbappé no segundo tempo — ele atuou após ficar de fora da semifinal por entorse no joelho esquerdo —, mas não conseguiu sustentar a pressão. O Barça soube administrar o resultado, assegurando o título em uma final marcada por momentos de equilíbrio técnico e gols decisivos.
Esta conquista marca a 16ª taça da Supercopa para o Barcelona, enquanto o Real Madrid fica com 13. A decisão, pela terceira vez consecutiva na Arábia Saudita, reforça o atual protagonismo do Barça na temporada e amplia a cobrança sobre a trajetória de Xabi Alonso no Real Madrid. O confronto também manteve vivo o histórico acirrado entre as duas equipes na era recente do futebol espanhol.
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