Nova fase do plano de paz de Trump para Gaza: os Estados Unidos anunciaram nesta quarta-feira a abertura da segunda fase do plano de paz de Donald Trump para a Faixa de Gaza, que integra o plano de 20 pontos para pôr fim ao conflito. O foco está na desmilitarização, na criação de um governo tecnocrata e na reconstrução do território. Será criado um Comitê Nacional para a Administração de Gaza, um governo de transição tecnocrata supervisionado por um Conselho de Paz presidido por Trump, com agradecimento aos mediadores Egito, Turquia e Catar.
A segunda fase prevê a desmilitarização do território e a instituição de um governo tecnocrata palestino de transição, sem a presença do Hamas. O conjunto institucional seria um Comitê Nacional para a Administração de Gaza, com a supervisão de um Conselho de Paz liderado por Trump, e a realização de uma reconstrução total do enclave, além do desarmamento de todo o pessoal não autorizado.
Sobre a fase uma, iniciada em outubro de 2025, o acordo previa um cessar-fogo, a libertação de todos os reféns sob controle do Hamas e a entrada de ajuda humanitária. Segundo Witkoff, a primeira fase permitiu uma ajuda humanitária histórica, manteve o cessar-fogo e facilitou o retorno de todos os reféns vivos e de 27 dos 28 mortos.
O alto escalão americano ressaltou que os Estados Unidos esperam o cumprimento integral das obrigações pelo Hamas, incluindo a devolução imediata do último refém morto; caso contrário, serão aplicadas consequências.
Um dos pontos mais delicados é o desarmamento do Hamas. Em dezembro, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, disse que esse desarmamento poderia ser parcial e não necessariamente total, desde que o grupo não possa atacar Israel no futuro.
A mediação contou com a atuação de Egito, Turquia e Catar, e a composição do governo de transição para Gaza ainda não foi anunciada. O plano prevê que o Conselho de Paz supervisione, com a direção de Trump.
Este anúncio marca uma etapa central no debate sobre a segurança e a diplomacia na região. O que você acha que essa abordagem pode significar para a situação em Gaza e para as relações entre Israel e o Hamas? Compartilhe seus comentários abaixo.

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