Morre Claudette Colvin, pioneira do movimento pelos direitos civis nos EUA
Claudette Colvin, ativista afro-americana e pioneira do movimento pelos direitos civis, morreu aos 86 anos, informou a Fundação Claudette Colvin nesta terça-feira, 13 de janeiro de 2026. O anúncio relembra uma trajetória que antecedeu o famoso activismo de Rosa Parks e ajudou a moldar a luta pela igualdade nos Estados Unidos.
Colvin tinha apenas 15 anos quando, em Montgomery, Alabama, em 2 de março de 1955, se recusou a ceder o assento a uma mulher branca em um ônibus. O episódio aconteceu meses antes do protesto que Rosa Parks protagonizou, marco que impulsionou o movimento moderno dos direitos civis no país.
“Para nós, ela era mais que uma figura histórica. Era o coração de nossa família, sábia, resiliente e profundamente ligada à fé”, afirmou a Fundação Claudette Colvin. “Ela deixa um legado de coragem que ajudou a mudar o curso da história americana.”
A coragem da jovem contribuiu para o fim da segregação racial no transporte público no sul dos Estados Unidos, abrindo caminho para um movimento que transformou as leis e as práticas de rights civis no país.
A nota acusa a AFP como fonte das informações.
Claudette Colvin permanece como símbolo de resistência e de mudança social, cuja atitude na década de 1950 estimulou questionamentos sobre igualdade e justiça que acompanham a história americanas até hoje. Deixe nos comentários a sua visão sobre o legado dela e a importância de preservar histórias de ativismo que moldaram o mundo em que vivemos.

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