Resumo SEO: Em 15 de janeiro de 2026, o goleiro Bruno cancelou o encontro com o filho Bruninho, de 15 anos, alegando que a avó materna, tutora do garoto, exigia a visita sem a presença de advogado. Bruno afirmou que a condição geraria insegurança jurídica, citando ainda uma medida protetiva que o impede de se aproximar do filho.
Segundo o atleta, a exigência da avó para a visita sem advogado poderia comprometer a legalidade do ato. Ele também disse temer uma possível “armadilha” midiática, envolvendo um repórter e câmeras escondidas com o objetivo de captar declarações sobre Eliza Samudio para um documentário, o que, na visão dele, reforçaria a insegurança do encontro.
Apesar do cancelamento, Bruno reiterou o desejo de conviver com Bruninho e afirmou estar à disposição para que o encontro aconteça quando as condições legais permitirem. A declaração reforça o interesse do pai em manter contato com o filho, mesmo diante das dificuldades legais.
Eliza Samudio foi assassinada em 2010 a mando do goleiro Bruno
O caso envolve também a história judicial de Bruno. Ele foi condenado em 2013 a 22 anos de prisão pelos crimes de homicídio, ocultação de cadáver, sequestro e cárcere privado de Eliza Samudio. Em 2023, conseguiu cumprir o restante da pena em liberdade condicional e atualmente defende uma equipe no Espírito Santo.
Bruno também tem o filho Bruninho em atividade no esporte: o jovem goleiro atua pelo Botafogo na categorias sub-15 e foi convocado recentemente para a seleção brasileira sub-16. A trajetória do garoto contrasta com o histórico do pai, lembrando que o tema envolve família, justiça e esporte.
O texto ainda traz a nota divulgada pelo próprio Bruno sobre o episódio, destacando a intenção de aproximar-se do filho e a esperança de que o encontro ocorra sem entraves legais. E você, o que acha desta situação envolvendo direito, família e imprensa? Deixe seu comentário e compartilhe sua opinião.

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