As investigações sobre o desaparecimento das crianças no quilombo de São Sebastião dos Pretos, em Bacabal (MA), seguem em curso sem excluir cenários. Segundo o secretário de Segurança Pública do Maranhão, Maurício Martins, todas as hipóteses estão sendo apuradas pela Polícia Civil, com um inquérito instaurado e uma comissão formada por delegados, agentes e investigadores para acompanhar o caso.
Apesar disso, Martins ressaltou que, neste momento, o esforço maior está nas buscas, com o objetivo de encontrar as duas crianças. A área de busca, já no 14º dia, foi definida com base nas informações de Anderson Kauan, 8 anos, primo de Ágatha Isabelly, 6, e Allan Michael, 4. O relato aponta que o último local em que estiveram juntos é a Casa Caída, uma cabana improvisada na mata.
A Marinha passou a integrar oficialmente a força-tarefa, juntando-se a policiais civis e militares, bombeiros, Exército e mais de mil voluntários. A atuação envolve buscas na região com equipamentos para águas turvas, além de embarcações e varreduras fluviais.
A partir de domingo (18/1), a estratégia inclui o uso de sonar para buscas no rio. O equipamento, já empregado em grandes operações, como após o desabamento da ponte entre Estreito (MA) e o Tocantins, permite mapear o leito, a coluna d’água e o fundo em tempo real, identificando possíveis anomalias no ambiente subaquático.
As autoridades seguem unindo esforços para esgotar todas as possibilidades e, principalmente, localizar Ágatha e Allan. Os moradores da região acompanham o andamento das buscas e aguardam novidades sobre o paradeiro das crianças.
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