Família baiana é expulsa de voo da Air France em Paris

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Uma família brasileira, moradores da Bahia, foi retirada do voo AF562 da Air France no aeroporto Paris-Charles de Gaulle, com destino a Salvador, em 14 de janeiro. O episódio envolveu uma disputa sobre upgrades entre a classe executiva e a econômica: o upgrade de Premium Economy para Executiva, oferecido no valor de 399 euros, elevava o total pago para 1.596 euros. Antes do embarque, foi informado que o assento 7L não estaria disponível; ao entrar no avião, havia um funcionário francês da Air France ocupando esse assento.

Ao questionar a tripulação, Ivan Lopes, que viajava com a esposa e duas filhas, relata que a família foi exposta a constrangimento público. O relato aponta que o comandante ficou exaltado e dirigiu gritos à sua esposa e às filhas. Mesmo com os apelos da equipe, não houve apoio nem redirecionamento para outro voo após serem removidos da aeronave por policiais armados.

A família acabou adquirindo novas passagens na Classe Executiva em outra empresa, por orientação jurídica, registrando um prejuízo total estimado em 16 mil euros. As bagagens demoraram mais de duas horas para serem liberadas. A Air France afirmou que os passageiros foram considerados indisciplinados e que o comportamento poderia comprometer a segurança do voo.

Em nota, a Air France explicou que a tripulação desembarcou quatro passageiros por questões de conduta a bordo. O assento 7L, originalmente reservado ao grupo, estava inoperante e o upgrade para a Executiva não pôde ser honrado; o assento foi atribuído a um cliente que já havia adquirido bilhete na Classe Executiva no momento da reserva. A equipe chegou a oferecer assentos na Premium Economy para manter a viagem em conjunto, mas a família optou por manter três assentos em Executiva e um em Premium Economy, o que não pôde ser atendido.

A Air France reafirmou que a segurança de clientes e tripulantes é a prioridade. O caso ilustra as tensões envolvendo upgrades de assentos em voos internacionais. E você, o que pensa sobre situações como essa? Compartilhe sua opinião nos comentários.

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