Controlar a glicose, segundo o médico Wandyk Allison, é uma forma de proteger o metabolismo, o cérebro e a saúde no futuro. O especialista, que tem pós-graduação em endocrinologia e fisiologia, afirma que níveis elevados e instáveis de açúcar no sangue são um gatilho silencioso de desequilíbrios metabólicos, e que algumas sementes podem ajudar a equilibrar esse índice.
Entre as sementes com maior evidência prática, destacam-se chia, linhaça (linhaza) e abóbora. Elas aparecem como ferramentas simples, acessíveis e funcionais para o controle glicêmico, sem prometer milagres, ressalta o médico.
A chia atua ao absorver líquido e aumentar o volume no intestino, o que reduz picos de glicose após as refeições. A linhaça cria um gel que retarda a absorção de açúcar e favorece a saciedade. Já a semente de abóbora é rica em magnésio, mineral essencial para a ação da insulina, contribuindo para uma glicemia mais estável e mais energia ao longo do dia.
Sobre os riscos da glicose alta, o médico alerta que esse desequilíbrio favorece a resistência à insulina, aumenta o cansaço, a compulsão por doces e a fome, dificultando o emagrecimento e prejudicando o humor, a memória e o foco. A longo prazo, ele aponta maior chance de diabetes, infarto e AVC.
A reportagem também contextualiza o tema, ressaltando que a prevalência do diabetes no Brasil é alta, entre as maiores do mundo e a maior da América Latina, o que reforça a importância de hábitos simples para o controle glicêmico.
Para quem busca embasamento visual, o material acompanha imagens relacionadas ao tema, incluindo as sementes mencionadas e ilustrações sobre glicose no sangue. O conjunto reforça a ideia de que escolhas alimentares simples podem fazer diferença no dia a dia.
E você, já incluiu chia, linhaça ou abóbora na sua alimentação para melhorar o controle da glicose? Conte nos comentários sua experiência e dúvidas.






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