A condição imprópria para banho na praia da Joaquina — algo que não ocorria desde 2024 — provocou indignação entre os moradores da região e os frequentadores, especialmente entre os praticantes de surf. Delmar Correa, presidente da Associação de Surf da Joaquina (ASJ), fala em revolta e em um choque para a localidade, alertando para riscos à saúde, ao esporte e à atividade econômica.
A ASJ publicou uma nota dizendo que é compreensível e legítima a revolta. A Praia da Joaquina não é apenas um ponto turístico, mas um patrimônio ambiental e esportivo de Florianópolis, e ver um local de águas historicamente limpas ser classificado como impróprio é um choque para a cidade.

O tema ganhou continuidade no NSC Total, parceiro do Metrópoles, que segue acompanhando o desdobramento da classificação da água e as reações da cidade. A cobertura reforça que a Joaquina é mais do que um ponto turístico: é um patrimônio ambiental e esportivo de Florianópolis, com impacto direto na vida local.
E você, o que pensa sobre a classificação da Joaquina e as manifestações dos moradores e do setor de surf? Compartilhe sua opinião nos comentários e ajude a enriquecer o debate sobre o futuro desta praia tão emblemática.

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