A contratação de serviços de trio elétrico pela Prefeitura de Alcobaça gerou repercussão política nos últimos dias, mas é tratada pela gestão municipal como um ato administrativo legal, planejado e dentro das normas que regem a administração pública. O contrato foi feito por meio de registro de preços, modalidade prevista em lei, que não gera gasto imediato nem pagamento antecipado.
Nesse modelo, o valor é apenas estimativo e tem vigência de 12 meses. A Prefeitura paga somente pelos serviços que forem efetivamente utilizados, conforme a necessidade de cada evento, sem obrigação de usar o valor total. Para a gestão, isso garante planejamento, controle de gastos e evita contratações emergenciais, que costumam elevar os custos.
Em uma cidade com forte vocação turística e cultural, como Alcobaça, a estrutura de trio elétrico é considerada essencial para eventos como Réveillon, Carnaval, festas religiosas e ações institucionais. Essas atividades movimentam a economia local, geram trabalho, fortalecem o comércio e atraem visitantes, especialmente na orla, principal cartão-postal do município.
A administração avalia que parte das críticas tem motivação política e não está ligada, de fato, à preocupação com o dinheiro público. Segundo o entendimento interno, há interesses contrariados tentando transformar planejamento em polêmica, o que acaba atingindo a imagem da cidade e prejudicando setores importantes, como o turismo.
A Prefeitura reforça que todo o processo seguiu os princípios da legalidade, publicidade e transparência, estando aberto à fiscalização dos órgãos de controle e da sociedade. Para a gestão, planejar é justamente o caminho para evitar desperdício, garantir previsibilidade e assegurar benefícios diretos aos moradores.
E você, como avalia esse tipo de contratação feita com planejamento ao longo do ano? A opinião dos leitores ajuda a enriquecer o debate.

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