O presidente do STF, Luiz Edson Fachin, publicou uma nota defendendo o ministro Dias Toffoli e a atuação integrada da Procuradoria-Geral da República, da Polícia Federal, do Banco Central e do próprio STF. O texto não cita nominalmente o caso Banco Master, mas afirma que situações com impactos diretos sobre o sistema financeiro exigem resposta firme, coordenada e estritamente constitucional.
Fachin sustenta que adversidades não suspendem o Direito. Nos momentos de tribulação, a legalidade, o discernimento e a serenidade devem guiar ações, reforçando que situações com efeitos diretos no sistema financeiro requerem atuação firme, coordenada e constitucional das instituições competentes.
A Constituição atribui ao Banco Central o dever de assegurar a estabilidade do sistema financeiro, manter operações bancárias essenciais, proteger depositantes e prevenir riscos sistêmicos. Essas competências são técnicas, indelegáveis e devem ocorrer com autonomia, sem ingerências indevidas.
A Polícia Federal é igualmente indispensável, principalmente na apuração de práticas criminosas de gestão temerária, fraude financeira, manipulação de informações e lavagem de dinheiro. A Procuradoria-Geral da República, dentro de suas atribuições constitucionais, promove a persecução penal e controla a legalidade das investigações, enquanto o Ministério Público atua na defesa da ordem econômica e dos consumidores.
Quanto à atuação da Suprema Corte, Fachin afirma que o STF se pauta pela guarda da Constituição, pelo devido processo legal, contraditório e ampla defesa, respeitando as atribuições do Ministério Público e da Polícia Federal. O papel de supervisionar as decisões jurisdicionais recai sobre a Corte, sob a condução do ministro relator, Dias Toffoli.
Sobre o funcionamento durante o recesso, o ministro destaca que o STF mantém legitimidade para decisões urgentes, que são apreciadas pela Presidência ou pelo Relator. Moraes, como Presidente, coordena os trabalhos, e as decisões do Pleno ou das Turmas, quando proferidas em recesso, seguem para deliberação colegiada, com observância do devido processo legal.
É indiscutível que todos estão sujeitos à lei. O STF não se curva a ameaças ou intimidações. Quem busca desmoralizar a corte para fragilizar a democracia ataca o coração do Estado de direito. Defender o STF é defender as regras do jogo democrático; críticas são necessárias, mas não podem colocar instituições em risco para favorecer interesses ocultos.
O STF já atuou em defesa do Estado de direito e promete seguir atuando com transparência, ética, credibilidade e responsabilidade. O ministro ressalta que as instituições devem ser aperfeiçoadas sem destruí-las, para manter o compromisso com a legalidade e a estabilidade democrática.
Brasília, 22 de janeiro de 2026. Luiz Edson Fachin, Presidente do Supremo Tribunal Federal.
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