A caminhada liderada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) chega ao quarto dia nesta quinta-feira (22) e já preocupa autoridades de trânsito pelo volume de participantes. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que não havia sido informada com antecedência sobre o ato.
Em nota publicada nesta quarta-feira (21), a PRF destacou que a falta de comunicação impediu o planejamento de medidas para reduzir riscos à segurança de quem participa da marcha e de motoristas que trafegam pela BR-040 entre Minas Gerais e o Distrito Federal. A concessionária Via Cristais também apontou que o crescimento do grupo aumenta o risco operacional e de segurança viária.
A PRF informou ainda que, mesmo sem aviso prévio, monitora o deslocamento de parlamentares e populares. A caminhada teve início na segunda-feira (18), em Paracatu (MG), com o objetivo de percorrer 240 km até Brasília no próximo domingo (25), para uma grande manifestação em defesa da liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro.
No terceiro dia da marcha, na quarta-feira (21), o grupo chegou a Cristalina (GO), onde ocorreu um comício improvisado com Nikolas Ferreira e outros parlamentares; mais de duas mil pessoas acompanharam os discursos.
Nesta quinta-feira (22), o movimento segue em direção a Luziânia, num trajeto de aproximadamente 40 km. Na região da serra, a pista fica estreita e há trechos de encurtamento, enquanto a Via Cristais já havia interditado uma faixa até Cristalina. O deslocamento deve impactar o tráfego nos dois sentidos.
Além de Nikolas Ferreira, participam da caminhada parlamentares como André Fernandes (PL-CE), Gustavo Gayer (PL-GO), Carlos Jordy (PL-RJ), Zucco (PL-RS) e Maurício do Vôlei (PL-MG), além de Medeiros (PL-MS) e do senador Magno Malta (PL-ES). O ex-vereador Carlos Bolsonaro também participa, embora nem sempre caminhe junto ao grupo; o influenciador Pablo Marçal também deve se associar aos manifestantes.
A meta continua firme: chegar a Brasília no domingo para fortalecer a manifestação em defesa da liberdade de Jair Bolsonaro. Como sempre, os organizadores destacam o caráter político do ato e a adesão de apoiadores de diferentes estados.
E você, o que pensa sobre esse movimento? Deixe sua opinião nos comentários sobre a mobilização, o impacto no trânsito e o uso político desse tipo de ato.

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