Gelo falso: polícia fecha fábrica clandestina que usava água furtada

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Polícia Civil fecha fábrica clandestina de gelo no Guarujá; água furtada, dinheiro e arma apreendidos

A Polícia Civil desarticulou um esquema criminoso de fabricação de gelo no Guarujá, litoral de São Paulo, na manhã desta sexta-feira, 23 de janeiro. Uma fábrica clandestina foi fechada durante a operação realizada com apoio de órgãos de vigilância sanitária e de energia.

A investigação indicou que o esquema funcionava em uma casa no bairro Guaiúba. No local, foram encontrados equipamentos industriais, freezers, formas, reservatórios e grande quantidade de gelo já produzido e pronto para distribuição, além de água armazenada, tudo sem autorização sanitária, sem alvará de funcionamento e sem certificação de potabilidade. A água utilizada na produção era furtada da rede pública.

No local, a polícia apreendeu ainda mais de R$ 57 mil em dinheiro vivo sem comprovante de origem, um revólver calibre .38 e munições, além de acessórios para armas. Os peritos também identificaram ligações clandestinas de energia elétrica e de água, popularmente conhecidas como gatos.

A operação foi coordenada pelo delegado Glaucus Vinicius Silva, com o apoio do chefe dos investigadores, Paulo Carvalhal, contando com a Vigilância Sanitária, a Sabesp e a concessionária de energia Elektro.

Os responsáveis foram autuados por associação criminosa, crimes contra as relações de consumo, furto qualificado e posse ilegal de arma de fogo. Todo o maquinário, bem como as embalagens apreendidas, foram lacrados pela autoridade policial.

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O que está em jogo A ação ressalta a importância de fiscalizações integradas para coibir infrações sanitárias, crimes contra o consumidor e furtos de recursos públicos, como água e energia, que alimentam atividades clandestinas com riscos à saúde da população e à segurança local.

Essa operação evidencia ainda a atuação integrada entre polícia, Vigilância Sanitária, Sabesp e a Elektro para interromper atividades clandestinas, apreender evidências e responsabilizar os envolvidos conforme a lei.

Agora queremos saber a sua opinião. Você acredita que as fiscalizações em bairros residenciais precisam de mais recursos para coibir esse tipo de esquema? Deixe seu comentário e compartilhe seus pontos de vista sobre segurança, saneamento e fiscalização na cidade.

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