O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) optou por instalar grades de proteção ao redor do Palácio do Planalto, em razão da mobilização liderada pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) e de apoiadores da direita. A medida é apresentada como reforço dos protocolos de segurança diante da manifestação programada para o fim de semana.
A reportagem apurou que, mesmo com a instalação das grades, as forças de segurança do Distrito Federal não veem possibilidade real de invasão ou atuação violenta na praça. A mobilização, intitulada “caminhada pela liberdade e justiça”, está marcada para o domingo (25/1) e teve início em Paracatu (MG) na segunda-feira (18/1), com concentração prevista na Praça do Cruzeiro, a cerca de 6,5 km do Planalto.
Segundo as autoridades, como os manifestantes virão da outra ponta da Praça dos Três Poderes, no Eixo Monumental, as chances de alcançar o Planalto são consideradas nulas — seria necessário passar pela sede do governo do Distrito Federal, o Palácio do Buriti. Além disso, outros eventos locais na região também mobilizam as forças de segurança, incluindo a implosão do Torre Palace, que prevê trânsito parcialmente interrompido e áreas próximas interditadas por questões de segurança.
Ato detalhado: Nikolas iniciou, neste sábado (24/1), o 6º dia da mobilização intitulada “caminhada pela liberdade”, que partiu do interior de Minas Gerais em direção a Brasília (DF). O ponto de partida foi Luziânia, cidade do Entorno do DF, a cerca de 60 km de Brasília. O ato, que teve início na segunda-feira (19/1), contou com a presença de aliados políticos e apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O grupo deixou o Trevo de Luziânia por volta das 8h20 e segue para Brasília, onde deve se reunir no domingo (25/1), no início da tarde, na Praça do Cruzeiro.







O contexto da mobilização aponta ainda para a concentração final na Praça do Cruzeiro, na etapa decisiva da caminhada, que busca chamar atenção para pautas defendidas pelos organizadores e por apoiadores do ex-presidente. A cobertura enfatiza a distância entre o ponto de chegada e o Planalto, o que, segundo autoridades, reduz qualquer risco de aproximação ao coração do governo.
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