Apicultores dos municípios de Serrolândia, Várzea do Poço, Capim Grosso, Quixabeira, São José do Jacuípe e Gavião relataram furtos de mel, colmeias, cera e materiais de trabalho. Ao todo, já são 23 casos registrados: oito em Quixabeira, seis em São José do Jacuípe, quatro em Capim Grosso e cinco divididos entre as demais cidades da região baiana.
Entre os relatos ao Calila Notícia, parceiro do Bahia Notícias, os produtores indicam que os autores utilizam equipamentos de apicultura, como vestimentas e fumigadores. Os depoimentos detalham que as abelhas foram mortas com substâncias químicas em pó ou por meio de incêndios nas caixas.
Em uma das ocorrências, a retirada do mel ocorreu a 200 metros da residência do proprietário. A técnica empregada envolve fumaça e produtos químicos, causando a morte das colônias e gerando risco de contaminação ao produto final.
Transporte interestadual: o mel retirado desses apiários é enviado para os estados do Rio de Janeiro e São Paulo, por meio de veículos que partem de Capim Grosso e Capela do Alto Alegre.
As autoridades informaram que as práticas configuram invasão de propriedade rural, furto qualificado e, até mesmo, crime ambiental. A compra e a comercialização de mel sem comprovação de origem também sujeitam os responsáveis a sanções criminais. O caso segue sendo investigado na região.
Fique atento a qualquer movimento suspeito na apicultura local e compartilhe suas impressões ou experiências nos comentários. Como você enxerga a segurança dos apiários na sua cidade?

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